A palavra “autoajuda” te incomoda?

Quando alguém se propõe a ler um livro, tem sempre a expectativa de beneficiar-se dessa leitura, seja encontrando respostas ou novos pontos de vista, seja encontrando um pouco de distração. Nesse momento, esse leitor estará praticando um ato de autoajuda.

Note que autoajuda não é uma característica do livro, mas um ato desencadeado pelo leitor. O livro – qualquer que seja ele – é matéria-prima essencial, mas o princípio ativo do processo está no leitor. Assim, todos os livros são de autoajuda, ou melhor, todos os livros se prestam à autoajuda.

Então, muito longe da conotação negativa que a palavra adquiriu ao longo dos anos, autoajuda é na verdade essa nossa capacidade de empreender a busca por algo que nos fortaleça. Autoajuda pode ser associada a: autonomia, empoderamento, proatividade, espírito empreendedor.

Mais: a capacidade da autoajuda é pessoal e intransferível. Ninguém a concede, ninguém a confisca. No máximo tentam, sabe-se lá por que, censurá-la ou desprezá-la.

Mas, se autoajuda é algo que EU posso desencadear, então também é algo que eu posso APRIMORAR. Vamos explorar essa questão numa postagem futura.

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